Livros

Quando a escuridão se erguer sobre a terra, será somente o mal lutando contra o mal.
Entre o céu e o inferno, há um campo de batalha invisível onde anjos questionam sua fé, demônios conspiram em silêncio e os humanos carregam o peso de uma maldição milenar: o Terceiro Olho.
Um jovem solitário descobre que seus sonhos perturbadores são ecos de uma verdade esquecida, e que sua alma guarda as marcas de um destino ancestral.
Dave nunca se sentiu parte do mundo ao seu redor. Rejeitado, inquieto e assombrado por visões com uma garota que jamais conheceu, ele vê sua vida virar ao avesso quando a encontra ao se mudar de cidade. Mas esse reencontro é apenas o início de algo muito maior. Um chamado sombrio que envolve forças espirituais corrompidas, segredos enterrados e uma guerra invisível que ultrapassa os limites da realidade.
Perdido entre o que sente, o que vê e o que é forçado a enfrentar, Dave precisa encarar quem ele é, e quem está destinado a ser, antes que sua alma seja consumida pelo caos que se aproxima.

O que acontece quando sobreviver deixa de ser suficiente?
Aurora passou a vida tentando caber. No corpo, nas expectativas, no silêncio.
Tentou ser forte. Tentou se controlar. Tentou desaparecer quando sentir parecia demais.
Após uma cirurgia que prometia mudança, ela descobre que o corpo não é o problema — apenas o lugar onde tudo foi depositado. A dor, o abandono, a exigência constante de ser aceitável. Quando o colapso finalmente acontece, Aurora se vê obrigada a encarar aquilo que passou a vida evitando: suas próprias vozes internas.
Diálogos Internos: Aquela que Ainda Sou é um romance psicológico e intimista sobre identidade, fragmentação emocional e sobrevivência. A narrativa acompanha Aurora em seu processo de internação, terapia e reconstrução, onde diferentes partes de si — a Garota Invisível, a Mulher Perfeita, a Parte Selvagem e a Voz Silenciosa — deixam de disputar controle e começam, pela primeira vez, a conversar.
Sem promessas de cura total ou finais fáceis, este livro fala sobre aprender a ficar.
Sobre nomear gatilhos, reconhecer defesas e transformar culpa em presença possível.
Uma história sensível, honesta e profunda para quem já tentou se consertar demais, para quem aprendeu cedo a suportar tudo sozinho, e para quem entende que existir, às vezes, é o gesto mais corajoso.